Agora tem seção de Notinhas e Postroll direto na Home do Cosmoliko.
Quem acessar a página inicial vai encontrar uma seção com as últimas seis notinhas publicadas.
As notinhas maiores aparecem colapsadas - tem um botão pra expandir o texto completo, e clicar de novo recolhe. Achei legal no celular, meio bugado no computador.
No print, todas as notinhas são grandes e colapsadas. Pois entendam o que se passa na minha cabeça: as notinhas não se referem necessariamente ao tamanho do texto em si, e sim ao tempo que eu gastei para pensar, escrever e publicar. É notinha porque eu dou menos atenção a esses posts do que os outros que aparecem no arquivo do blog, gasto menos tempo com elas e, também por isso, nunca envio por e-mail.
O Postroll também ganhou uma seção na home: uma versão mais enxuta da página de curadoria, com 10 links em vez de 30.
Esse post mesmo, é uma notinha. Uma notinha sobre a última atualização no layout do Cosmoliko, e ela vai aparecer colapsada e dar a sensação de que não é uma notinha de verdade. Péssimo uso do nome notinha. ¯\(ツ)/¯
uma hora eu deixo melhor
Tava de boua navegando por essa linda web (meu cu que tá morta), fazendo uma das coisas que eu mais gosto de fazer no tempo livre que é basicamente ouvir música com o last.fm aberto relembrando e conhecendo artistas,
quando olhei para a data (que criei minha conta) ao lado da plantinha no topo do perfil e pensei PERAE e olhei para o canto superior direito da tela, no relógio, onde está A MESMA DATA SÓ QUE 20 ANOS DEPOIS
(e não reclamando de algoritmos e de como o comportamento de consumo mudou e todo mundo só conhece música que o tiktok entrega e que só tem robôs usando a internet hoje em dia e bla bla bla)
nada mais justo que comemorar postando no meu blog (também como se fosse 20 anos atrás)
o last.fm segue sendo um dos meus lugares favoritos e, agora que eles voltaram a ser independentes, torço para que retomem as funcionalidades sociais 🤞
ps: reparando bem nesse print, não só a minha foto está desatualizada como também aquela frase quebrada na metade (na vdd é letra de uma música rs), que existia algum motivo para ela existir do jeito que está em meados de 2006 e ficou do jeito que tá (por preguiça, igual aos filmes favoritos no letterboxd) depois das duas grandes atualizações no layout
ps2: tenho um rascunho enorme de coisas sobre o last.fm que está parado desde o ano passado, quando ultrapassei 250k scrobbles, e agora reparei também que estou prestes a ultrapassar 260k e deveria criar vergonha na cara e publicar logo
Interessante ver Backrooms (2026) alcançando números incríveis no cinema e quebrando recordes da A24. Ele e Obsessão (2026) desbancaram Star Wars - O Mandaloriano e Grogu (2026) — que eu só descobri que existia quando fui comprar o ingresso para ver Backrooms. (A Disney realmente ferrou com tudo, né?)
Mostrei para meus amigos os primeiros curtas do Kane Parsons e contei um pouco da lore de Backrooms, que existe desde antes de ele fazer o primeiro vídeo. Fiquei surpreso por eles não conhecerem. Para falar a verdade, eu nem tinha me ligado que a maior parte dos 30+ não conhecia Backrooms, até ler o título do post da Ieda a respeito: Explicando Backrooms para os 30+.
Ontem fui ao cinema conferir a adaptação desses curtas, que um garoto de apenas 20 anos fez com uma das produtoras queridinhas dos cinéfilos (no passado, eu costumava odiar o Xavier Dolan de tanta inveja pelo mesmo motivo). Gostei, embora preferisse que fosse mais aterrorizante e menos contextualizado.
Aliás, existe algum filme hoje em dia que não se explica?
(Lista com links da instância invidious organizada pelo Cadu Silvaaqui.)
Tenho comigo que toda pessoa que reclama de tempo de tela ou passa muito tempo fazendo experimentos e pensando sobre o próprio uso de celular seria beneficiada enormemente se parasse de usar microblogs
Sei lá, cara, para de ler um pouco o que estranhos postam na internet, vai viver um pouco a vida
Uma das minhas músicas favoritas de uma das minhas bandas favoritas. 2007 foi um ótimo ano para a minha relação com música, o ano em que mais scrobbles fiz. Me lembro tão bem quando o álbum "The Boy With No Name" foi lançado, provavelmente meu álbum favorito do Travis.
Havia esse blog maravilhoso que postava os lançamentos conforme caíam do caminhão. Não lembro se deixei o computador ligado durante a madrugada baixando ou se levei alguns dias baixando música por música, fracionando depois da meia noite.
Foi um bom ano, musicalmente falando (em outros aspectos uma desgraça), de passar tempo no soulseek, de pedir para os amigos com banda larga baixarem albuns das minhas listas, de trocar cd-roms queimados, de ler as bios no player oficial do last.fm e ficar empolgado a cada nova atualização de um dos meus lugares favoritos na internet (e que continua sendo!).
"Selfish Jean" e "The Boy With No Name" me levam de volta a essa sensação. É gostosa, nostalgica e melancólica. Engraçado, tenho a impressão que ela já era assim desde o primeiro instante em que ouvi.
Ri tanto com esse último episódio de Hacks! Vou sentir falta de acompanhar a dinâmica da Ava e Deborah. É bom ver uma série legal terminando bem.
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Notinhas e Postroll na Home
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Backrooms (2026)
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Tenho comigo que toda pessoa que reclama de tempo de tela ou passa muito tempo fazendo experimentos e pensando sobre
Crucial Tracks: Travis — "Selfish Jean" (The Boy with No Name, 2007)
Crucial Tracks: Ative o modo aleatório na sua biblioteca de músicas e poste a primeira canção que tocar
Uma das
Hacks 5x7
Ri tanto com esse último episódio de Hacks! Vou sentir falta de acompanhar a dinâmica da Ava e Deborah. É
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