São Paulo, 01 de junho de 2026
chakras alinhados, rinite atacada, e uma residência literária chegando. é isso que tá rolando por aqui.
📍 São Paulo
Dias de novas experiências espirituais.
Dias de reencontros com os Ineses.
Dias de frio, rinite alérgica e sinusite atacada.
Vim para cá fazer o curso de Cura Prânica com a Maíra dos Anjos - método de manipulação do prana para limpeza e energização, desenvolvido pelo Master Choa Kok Sui. Agora eu sou (literalmente) certificado para alinhar os chakras! 🎉
(Pode não parecer, mas eu mantenho um pouco de ceticismo para minhas experiências extrasensoriais. É difícil ter a garantia de que estou percebendo algo que não dá para ver sem um mentor me validando. Apesar disso, o Mestre Choa se comunicou comigo. Foi fácil de perceber, a mensagem dele foi clara e certeira. Talvez eu escreva a respeito.)
Também vim rever amigos relacionados a Inês, apartamento que dividi entre 2014 e 2020. Dois deles estão no Brasil e aproveitamos fazer dois encontros - com direito a briga com bêbado na rua e debates sobre nossas reações.
Devo ficar mais uns dias, antes de voltar para o interior. Tem dois aniversários pela frente e quero passar mais tempo com meu amigo que está se recuperando de um período de complicações na saúde.
Em junho, vou precisar de tempo sozinho para escrever, principalmente porque farei uma residência literária - pela primeira vez!
📝 escrevi pouco nessas últimas semanas.
Tô atrasado com os temas do Entreblogs (sobre os filmes Interstellar e Reflexões de um Liquidificador) e com absolutamente todos os textos que pretendia ter escrito.
Provavelmente isso mudará em junho por causa da residência.
Por aqui, só publicando notinhas (nem tão pequenininhas) ((esse nome envelheceu como leite, mas não tenho pretensão de mudar por enquanto))
Aliás, fiz umas mudanças na página de notinhas, que agora tem mais cara de microblog. Se clicar na data de cada post vai direto ao link do post, onde, INCLUSIVE, agora tem uma seção de interações do Bluesky e Mastodon (se eu tiver enviado o mesmo post para lá) e a possibilidade de enviar webmentions - dá até para comentar anonimamente. Ainda tá meio quebrado e estou sem tempo e saco para consertar, então por enquanto vai ficar do jeito que tá, meio bagunçado, meio esquisito.
De qualquer forma, agradeço demais a Luciana (que me inspirou a botar essa ideia de pé) e ao Jan Logulo que me ajudou a perceber que perfis privados não aparecem nem nas interações, nem nos comentários.
📚 li e escrevi a respeito do livro Tecnofeudalismo: O Que Matou O Capitalismo, de Yanis Varoufakis.
Fora as notinhas, e a última atualização no /Agora (como essa), postei minhas anotações sobre o livro, leitura para o grupo do Manual do Usuário, que debatemos no dia 14 de maio.

Olhando para essa página, até que escrevi bastante nas primeiras semana de maio.
💼 entregamos um relatório para uma criadora de conteúdo que me deixou bastante orgulhoso do processo. Queremos transformar num produto para outros criadores ainda esse ano. Também fechamos um projeto de social listening com uma empresa parceira de insights, uns queridos. Nesse caso, estou orgulhoso da minha paciência com a ferramenta de monitoramento que eles usam, insalubre.
📺 tenho pensado bastante sobre critérios com essa temporada de séries acabando. Talvez eu organize meus pensamentos e publique meus motivos para não assistir determinadas coisas. Mas adiantando o que tenho achado/achei de algumas produções que assisti:
- The Boys - que tristeza ver cada episódio novo desperdiçando a chance de desenvolver a história para um final com a mesma qualidade que começou. The Boys se transformou numa das principais coisas que criticava (a expansão dos universos de super heróis), e vão continuar com o spin off Vought Rising - foi só pra isso essa temporada. Não pretendo assistir, pelo mesmo motivo que não pretendo chegar perto de House of Dragon depois do final horroroso de Game of Thrones.
- Euphoria - Uma tortura assistir. Especialmente os últimos episódios. Na real, ainda não vi o último episódio e, sinceramente, será que devo? Larguei The Idol no meio inconformado com o fetichismo da produção, e sinto que Euphoria foi pelo mesmo caminho, agora com uma camada de tortura. A tentativa de gerar tensão foi vergonhosa. Não me recomendem mais nada do Sam Levianson.
- Hacks - Feliz que acabou. Foi uma boa última temporada. Acredito que teria sido melhor se o tema do último episódio tivesse sido desenvolvido ao longo de toda a temporada, teria dado mais força a esse final. Mas é uma série leve, gostosa, para rir e entregou tudo isso. Já estou com saudades!
- Widows bay - Alguém recomendou (no mastodon ou bluesky) e coloquei pra ver. Achei legalzinho, e só.
🎬 Vi Criaturas Extraordinariamente Brilhantes (2026) ★★★. Dentro dos meus critérios, não veria esse por ser uma produção Netflix com um tema que não me interessa. Mas minha mãe queria ver e eu queria passar um tempo com ela - e também queria ver a Sally Field senhorinha. Filme bem família, também bem moralista. 3 estrelas, mas com vontade de ser 2 e ½.
Também com minha mãe, que a cada dois meses me diz “não tem filho um filme assim daqueles bem ficção científica legal e…”, coloquei para ela ver Devoradores de Estrelas (2026) ★★★½. Tinha certeza que ela ia gostar e acabei revendo com ela. É um filme divertido e muito sessão da tarde. Ainda estou com vontade de um novo filme de ficção científica ambientado no espaço que não seja besta, acho que não sou fã de comédia nas estrelas.
Comecei a ver Drama (2026) no ônibus para São Paulo, mas cronometrei errado e tive que parar na metade. Acho um absurdo não terminar de ver um filme quando começo, mas fazer o quê. Posso dizer que não imaginava qual era o segredo da personagem da Zendaya e que achei incompreensível a reação de todos. Vai ver é porque eu não costumo confiar em pessoas que nunca pensaram em fazer o que ela fez quando criança.
🎧 andei resgatando playlists e brincando como elas seriam se fossem fitas cassetes. Já queria ter publicado, foi muito divertido a maior parte do processo, mas aí cheguei numa etapa que me fez perder a cabeça. Como eu não sou nenhum desenvolvedor profissional, devo ter cometido muitos erros básicos que pioraram a situação. De qualquer forma, foi interessante aprender mais sobre o estado atual de programação e AI, e como usá-las para potencializar minha criatividade e não para corroer a parte mais legal que é ser humano.
Tô pensando em colocar na página inicial, depois da seção de livros. Olha um print de como tá ficando:
